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-Audiometria tonal


Audiometria Tonal:
A audiometria tonal é um exame indolor que avalia a capacidade auditiva do indivíduo através de estímulos acústicos. Esses estímulos são transmitidos por um fone de ouvido e um vibrador sonoro.
Por ser um exame subjetivo o paciente deverá indicar ao examinador, através de um gesto, todas as vezes em que perceber o som.
Através do exame classifica-se a audição como normal ou, em caso de perda auditiva, o seu tipo e grau.
O exame é realizada em crianças e adultos. Porém, por depender da colaboração do examinado, pode ser de difícil realização em crianças menores de 5 anos e idosos.


-Audiometria vocal (Logoaudiometria)


Na audiometria vocal, ou logoaudiometia, o fonoaudiólogo apresenta, através de fones de ouvido, algumas palavras e fonemas e o paciente deve repeti-las da forma que entender.É um exame complementar à audiometria tonal.


-Impedaciometria/Imitaciometria


Esse exame é rápido, objetivo, de fácil execução, indolor e oferece dados importantes no diagnóstico clínico. Pode ser divido em três etapas: timpanometria, compliância e pesquisa do reflexo estapédico. Geralmente é realizado em conjunto com a audiometria. Também conhecido como Impedanciometria.


Sua finalidade é avaliar o funcionamento da orelha média (membrana timpânica, ossículos, etc.).


É realizado através de um minúsculo fone inserido superficialmente no canal auditivo é possível obter informações sobre a mobilidade da membrana timpânica e as condições funcionais da orelha média.
O paciente deve ficar quieto, não se mexer e não falar durante o teste.
As indicações são confirmar a coerência com a audiometria tonal; controle de tratamento da otite média (orelha com presença de secreção); exame de rotina no pré e pós-cirúrgico ( após 60 dias) da orelha média; avaliar o local lesado em casos de paralisia do nervo facial; pacientes portadores de quadro vertiginoso; pode ser realizado em qualquer idade (inclusive em recém nascidos).


-Potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEAT ou BERA - sigla em inglês)


No Brasil este procedimento é também muito conhecido como BERA (Brainstem Evoked Response Audiometry). É um exame eletrofisiológico pelo qual é possível obter informações sobre o funcionamento do sistema auditivo, até a porção do tronco encefálico, sem a colaboração do paciente e, portanto, é ideal para avaliação de bebês e crianças que não são capazes de responder para avaliação comportamental. Este exame deve ser feito durante sono natural, preferencialmente sem sedação, em bebês. A sedação deverá ser utilizada somente se, após alguma tentativa, o procedimento não possa ser concluído. O acompanhamento médico é imprescindível para o uso de sedação.Para o procedimento é feita a limpeza da pele para colocação de eletrodos de contato na cabeça do bebê.
Os estímulos utilizados na avaliação pelo PEATE são o clique e/ou tons com freqüências específicas que podem ser transmitidos pelo fone ou pelo vibrador ósseo.


-Acufenometria e Audiometria de Altas Frequêcias


-Respostas Auditivas de Estado Estável


-Emissões otoacústica (Otoemissões ou teste da orelhinha)


Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) utilizado para avaliar o funcionamento da orelha interna, é rápido, indolor, não é invasivo.


-Processamento Auditivo


-Videonistagmografia


É um exame que permite a observação e o registro do nistagmo, de forma extremamente precisa, através de uma máscara com câmera de vídeo infravermelho e estímulos visuais, posicionais e de temperatura, auxiliando no diagnóstico de transtornos do equilíbrio.


-Teste de prótese auditiva


Destina-se a atender pacientes com perdas auditivas, realizando testes de aparelho auditivo, ou mais especificamente, aparelho de amplificação sonora individual (AASI), bem como fazer a seleção e adaptação do aparelho mais indicado para o indivíduo.
Após selecionar a prótese auditiva através da realização do ganho funcional, o qual é feito em campo livre, realiza-se o teste de percepção de fala (TPF) em viva voz, sem AASI e com AASI, para verificação da discriminação auditiva


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-Espirometria


A palavra espirometria vem do latimspirare = respirar + metrum = medida. O termo foi criado em 1789 quando cientistas investigavam uma forma de aferir o volume de oxigênio utilizado na respiração. Em linhas gerais, a espirometria mede a velocidade e a quantidade de ar que um indivíduo é capaz de colocar para dentro e para fora dos pulmões.
Trata-se de um exame não invasivo e indolor, porém em raras situações de potencial risco para o paciente devido às manobras forçadas ou quando a situação do paciente possa comprometer o resultado do exame.
O exame é realizado respirando-se pela boca através de um tubo conectado a um aparelho chamado espirômetro que é capaz de registrar o volume e a velocidade do ar respirado.


Laringoscopia (Videolaringoscopia)


Realizado com endoscópio rígido , no qual se grava a voz do paciente e a imagem em movimento (vídeo) de sua laringe, podendo ser armazenado em qualquer mídia ( CD, DVD, Pendrive, etc) servindo para diagnóstico, acompanhamento da evolução e constatação da cura das mais diversas doenças da laringe. Exame indolor, feito com anestesia local na forma de spray, no qual o paciente entra e sai como em uma consulta de rotina, não havendo restrição às suas atividades. Pode ser feito em qualquer idade, até em recém-nascidos.




Nasofibrolaringoscopia


Realizado com endoscópio flexível, no qual se grava a imagem do nariz, faringe e laringe do paciente podendo ser armazenado em qualquer midia ( CD, DVD, Pendrive, etc) , servindo para diagnóstico, acompanhamento da evolução e constatação da cura das mais diversas doenças dessas regiões. Exame indolor, feito com anestesia local na forma de spray, no qual o paciente entra e sai como em uma consulta de rotina, não havendo restrição às suas atividades. Pode ser feito em qualquer idade, até em recém-nascidos.



-Videoestroboscopia da Laringe


A videoestroboscopia da laringe, também denominada estroboscopia laríngea, trata-se de um exame detalhado da laringe, que visa investigar a causa de alterações vocais, buscando possíveis patologias. O vídeo-estroboscópio consiste em um aparelho de endoscopia da laringe que possibilita não somente a visualização da laringe, mas também de sua função. É um equipamento digital, que emite luz pulsada (luz estroboscópica) que permite a visualização da movimentação das pregas vocais, impossível de ser visualizada a olho nu, como se estivessem em câmera lenta ou parada (variando de acordo com a emissão dos flashs), permitindo a observação e avaliação das pregas vocais. Essas imagens são gravadas para posterior avaliação.

-VED Avaliação Endoscópica da Deglutição


A Videoendoscopia da Deglutição (VED) é um exame indicado para pacientes com dificuldades durante a alimentação, como engasgos freqüentes com alimentos ou saliva (disfagia). Frequentemente a disfagia acomete indivíduos de idade avançada (embora possa ocorrer em qualquer idade), bem como portadores de doenças neurológicas (Parkinson, AVC, etc.) e tumores de cabeça e pescoço.
O exame é realizado com o mesmo aparelho utilizado na Videoendoscopia Nasal. A fibra óptica é posicionada para que seja visualizada a laringe e a entrada do esôfago. São então oferecidos alimentos ao paciente nas consistências líquida, líquido engrossado (como iogurte), pastoso (como papa de neném) e sólido (biscoitos). Em nosso serviço preparamos o alimento com espessante industrial de amido de milho e coramos com azul de anilina (corante comestível usado em bolo) para melhor visualização. Observa-se, entre outros achados possíveis, a ocorrência de aspiração de saliva, resíduos alimentares e penetração ou aspiração de alimentos (se o alimento está indo para o esôfago que é a via correta ou se está entrando no pulmão durante a deglutição).

-Endoscopia Digestiva


Endoscopia digestiva alta é um exame endoscópico que permite ao médico visualizar diretamente ou na tela de vídeo o revestimento interno do esôfago, estômago e duodeno, bem como realizar intervenções diagnósticas e/ou terapêuticas simples.


-Colonoscopia


É um exame que permite a visualização direta do interior do reto , cólon e parte do íleo terminal através de um tubo flexível introduzido pelo ânus , contendo em sua extremidade uma minicâmera de TV que transmite imagens coloridas, podendo ser fotografadas ou gravadas em vídeo.



-Manometria Anorretal


Manometria anorretal é um procedimento realizado para avaliar pacientes com constipação ou incontinência fecal. O exame mede basicamente as pressões dos músculos do esfíncter anal, a sensação no reto e os reflexos neurais que são necessários para executar os movimentos normais do intestino. Pode ser realizado em qualquer idade. Não requer (nem permite) anestesia ou sedação, por ser um exame pouco invasivo e indolor e prescindir da participação consciente do paciente.

-Manometria Esofágica


A Manometria Esofágica é uma técnica que permite avaliar o funcionamento do esôfago (motilidade esofágica) através da medição da pressão e coordenação das contrações musculares deste órgão (chamada genericamente de peristalse) em repouso e quando ocorre uma deglutição. É possível também avaliar o comportamento dos esfíncteres esofágicos (bandas de músculo no topo e no fundo do esôfago). Desta forma, a manometria esofágica é uma forma indireta de estudar como se processa o movimento dos alimentos desde a boca até ao estômago. Existem alguns padrões de motilidade que são sugestivos de determinadas doenças.

-PHmetria Esofágica


A phmetria esofágica é um exame em que se mede a acidez do refluxo ácido do estômago para e esôfago e para a faringe. Atualmente, é o exame mais adequado para avaliar-se a intensidade do refluxo gastresofágico. A Phmetria esofágica consiste na medição do pH intra-esofágico durante um período contínuo de 24 horas e sua correlação com eventos cotidianos como alimentação, sono, sintomas, posturas, etc. A phmetria esofágica ajuda a esclarecer casos de dor torácica de origem não cardíaca, tosse crônica, sintomas de refluxo gastresofágico, regurgitação alimentar, disfagia (dificuldade para engolir), odinofagia (dor para engolir), vômitos ou náuseas repetidos e refluxos gastresofágicos resistentes às terapêuticas clínicas. Também é útil no pré-operatório de cirurgias de hérnia de hiato e no controle de cirurgias sobre o cárdia (esfíncter que fica localizado na transição entre o esôfago e o estômago).


-Retossigmoidoscopia



-Actigrafia



A actigrafia é um exame simples para detectar alterações do sono e do ritmo circadiano e tem várias outras aplicações.
Os seres humanos alternam ciclos de sono e vigília diariamente guiados por marcadores externos e internos como sons, luminosidade, temperatura corporal e características individuais. Este padrão de alternância é chamado ritmo circadiano.
A actigrafia é um exame realizado por um equipamento semelhante a um relógio que detecta os movimentos do corpo. O paciente utiliza o relógio continuamente durante determinado número de dias, geralmente uma semana, retirando-o apenas para o banho. Ao final do teste o aparelho é conectado ao computador que gera um gráfico que permitirá ao médico, por meio de sua análise, estudar os períodos de descanso e atividade do paciente e acessar o diagnóstico de distúrbios de ritmo.
Dentre os vários distúrbios de ritmo temos o avanço de fase (tendência a dormir mais cedo que a maioria das pessoas, comum em idosos), o atraso de fase (comum em adolescentes, que ficam acordados madrugada a dentro, o jet lag (ocasionado por viagens intercontinentais e o shift lag ( que afeta os trabalhadores em turnos).
A actigrafia também é um instrumento auxiliar importante no diagnóstico de insônia, sonolência excessiva diurna, movimentos periódicos de membros e síndrome das pernas inquietas.
Pacientes acometidos de doenças psiquiátricas e neurológicas que afetam o padrão de sono também podem se beneficiar do exame.
O exame considerado padrão para diagnóstico dos distúrbios do sono continua sendo a polissonografia, no qual diversos sensores medem a atividade cerebral, respiração, pulso, oxigenação, movimentos e outros parâmetros durante uma noite de sono em casa ou na clínica do sono. A actigrafia é um teste complementar, que permite a mobilidade e rotina normal do paciente, incluindo exercícios. É um importante auxílio diagnóstico e na condução dos pacientes com problemas de sono.
Para saber mais converse, com seu médico!





-Polissonografia Completa Domicliar



A polissonografia registra as ondas cerebrais, o nível de oxigênio no sangue, freqüência cardíaca e respiratória, assim como os movimentos dos olhos e nas pernas durante o estudo. Ajuda a diagnosticar distúrbios do sono e é usada para ajustar o seu plano de tratamento, se você já tiver sido diagnosticado com um distúrbio do sono. Monitora seus estágios do sono e ciclos para identificar se, ou quando seus padrões de sono são interrompidas e por quê. Seu médico pode recomendar a polissonografia, se ele ou ela suspeita que você tem algum distúrbio do sono. A polissonografia é um exame não invasivo, indolor. As complicações são raríssimas. O efeito colateral mais comum é a irritação da pele causada pelo adesivo usado para anexar os eletrodos na pele.



-Monitor Watch-PAT


O Watch-PAT é um equipamento portátil de uso domiciliar que usa a tecnologia mais inovadora de mercado para garantir uma triagem acurada, detecção e acompanhamento do tratamento dos pacientes com Apneia Obstrutiva do Sono, validado com a Polissonografia em vários estudos científicos, aprovado pela ANVISA e atende os padrões da AASM (American Association of Sleep Medicine).



É o único equipamento que mede o tempo real de sono e os estágios do sono sem uso de eletrodos do EEG (eletroencefalograma) na cabeça.
Colocado no punho do paciente e com um biosensor de dedo não invasivo, torna o WatchPAT tão fácil e confortável como usar um relógio com a grande vantagem que o exame com o Watch-PAT pode ser realizado no conforto do lar do paciente, em sua própria cama, num ambiente que reflete melhor seus hábitos de sono.

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-Prick test (teste alérgico)



O Prick Test consiste numa leve perfuração na pele do antebraço, através de uma gota do alérgeno. Esta aplicação pode resultar, após alguns minutos, no desenvolvimento de uma reação parecida com uma picada de pulga ou mosquito, ou seja, o local da aplicação fica vermelho, incha e aparece uma elevação mais clara no centro, chamada de pápula. Se isto ocorrer, significa que você pode ser alérgico ao alérgeno aplicado no local.



-Vacinas


A imunoterapia com alergenos, também chamada de vacina para alergia ou vacina dessensibilizante, é uma forma de tratamento utilizada a mais de um século, com o objetivo de diminuir a sensibilidade de pessoas que se tornaram alérgicas a determinadas substâncias.



O tratamento consiste na aplicação de pequenas e controladas doses de alérgeno ao qual o paciente é sensível em doses crescentes por um período de tempo que é variável em cada pessoa. A imunoterapia induz uma série de alterações na resposta imune que estão associadas à melhora clínica:


– Reduz o grau de sensibilização (nível de anticorpos IgE e da reação nos tecidos) impedindo reações alérgicas imediatas graves – como a anafilaxia;

– Interfere na inflamação característica das condições alérgicas de longa evolução observadas na rinite alérgica e na asma brônquica.

-Teste de Contato


O teste de contato é um exame realizado a fim de confirmar uma suspeita de dermatite alérgica de contato e de identificar as substancias que possam ser as causadoras. O teste de contato (PATCH TEST) não é indicado para dermatite ou eczema de contato por irritante primário, aquele em que não há anticorpos, somente eczema por irritação no local onde houve o contato (exemplo: alergia ao detergente).

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